11
NOV
2018

Gastos com campanhas eleitorais em 2018 caem pela metade em comparação com as eleições de 2014

A análise de gastos relativo às campanhas eleitorais já é bem recorrente dentro do Grupo de pesquisas Cidadania e Políticas Públicas. Um levantamento feito pelo G1 com os dados disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostra que os gastos caíram pela metade em comparação ao ano de 2014.

 

“Segundo Denisson Silva, doutorando em ciência política e pesquisador do Centro de Estudos Legislativos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e membro GCPP, o teto de gastos para cada cargo fixado pelo TSE é um dos principais responsáveis por essa queda. Além disso, o pesquisador enumera outros fatores, como a campanha mais curta, o fim do financiamento empresarial de campanhas e alterações nos gastos de candidatos.”

 

Os gastos expostos referem-se aos totais de descontos e repasses. Ainda é certo que a publicidade e a parcela que mais responde à esses gastos são aqueles que tinham a pretensão de ocupar uma vaga na Câmara dos deputados.

 

“Para o pesquisador da UFMG, existiram alguns incentivos para o alto percentual de gastos de deputados federais: a cláusula de barreira, que utiliza o número de votos ou cadeiras para deputado federal como critério para acesso aos recursos do fundo partidário e a propaganda gratuita na televisão; a forma de distribuição de recursos do Fundo Eleitoral, que divide 48% do seu montante segundo o número de deputados de cada partido; além da necessidade dos próprios deputados em alcançar o mínimo de 10% do quociente eleitoral para serem eleitos. “Os partidos devem ter se movimentado para eleger o máximo de deputados e, ao fazer isso, eles tiveram que gastar muito dinheiro”, diz”

 

Para conferir a matéria completa, segue o link: https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2018/eleicao-em-numeros/noticia/2018/11/10/gastos-de-campanha-no-1o-turno-das-eleicoes-caem-pela-metade-em-comparacao-a-2014.ghtml

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